Bola parada descreve a origem de uma sequência, não todo o que ocorre depois. Uma cobrança pode gerar disputa, rebote e ataque prolongado. O ponto em que a base encerra a fase depende de uma janela ou mudança de posse.
Bola parada
É a situação em que o jogo recomeça com a bola imóvel ou procedimento de reinício.
O termo reúne tipos diferentes.
Jogo aberto
É a fase contínua sem origem imediata num reinício classificado.
A transição entre fases precisa de regra.
Reinício
É o ato que recoloca a bola em jogo.
Local e regra determinam opções.
Escanteio
Reinicia pela área de canto após a bola sair pela linha de fundo tocada pela defesa.
Pode ser curto ou enviado à área.
Falta direta
Permite tentativa ao gol segundo a regra do jogo.
Nem toda cobrança é um chute.
Falta indireta
Exige outro contato para um gol válido.
O padrão de jogada difere.
Lateral
É um reinício com as mãos e pode ser tratado separadamente ou dentro de bola parada.
Confira a taxonomia.
Tiro de meta
Recomeça a partir da área de meta conforme a regra.
Pode iniciar construção curta ou longa.
Pênalti
É uma situação padronizada de finalização e deve ser isolada quando domina métricas ofensivas.
Não misture com faltas comuns.
Primeira bola
É o contato inicial no destino da cobrança.
Ganhar o contato não garante manter a posse.
Segunda bola
É a disputa ou recuperação após o primeiro contato.
Exige uma janela temporal.
Rotina ensaiada
É uma sequência planejada de movimentos e passes.
O evento observado não revela toda a instrução.
Entrega
Descreve trajetória, zona e velocidade da cobrança.
Qualidade depende do objetivo.
Bloqueio
Movimentos de jogadores podem criar espaço, respeitando as regras.
Nem toda base registra esses eventos.
Fase
É um segmento analítico definido por origem e término.
Não existe corte universal.
Janela
Determina quantos segundos ou ações continuam atribuídos à bola parada.
Janelas diferentes mudam resultados.
Nova posse
Controle claro do adversário costuma encerrar a fase.
Disputas podem prolongar a ambiguidade.
Conversão da fase
Finalização, toque na área e recuperação da segunda bola são desfechos diferentes. Escolher apenas gols como resultado produz amostra pequena e apaga sequências úteis que não terminaram em gol.
O relatório deve declarar qual desfecho conta e por quantas ações a origem permanece atribuída ao reinício.
Exemplo hipotético
Exemplo hipotético: uma cobrança gera corte, recuperação ofensiva e chute depois de três passes. Uma janela de cinco ações ainda pode atribuir o chute à bola parada; outra que termina no primeiro corte não.
As duas abordagens precisam de nomes distintos e não descrevem jogo real.
Ficha de sequência
- Tipo de reinício.
- Zona de origem.
- Entrega.
- Primeiro contato.
- Segunda bola.
- Finalização.
- Mudança de posse.
- Fim da janela.
Consulte o glossário.
Limite
Contagens de bola parada descrevem sequências passadas e não garantem repetição ou gol.
Veja a página sobre.
Conclusão
Bola parada é uma família de fases com regras próprias. Separar reinício, contatos e janela torna a comparação reproduzível.