Uma equipe pode abrir o campo em ataque e fechar sem bola. A média geral mistura comportamentos opostos. O roteiro separa fase, jogadores e posição da bola antes de resumir a geometria.
Passo 1: escolha a fase
Ataque posicional, transição e defesa têm objetivos espaciais diferentes.
Não agregue tudo.
Passo 2: normalize o campo
Oriente os ataques no mesmo sentido e confira dimensões.
Campos e coordenadas podem variar.
Passo 3: selecione jogadores
Decida se goleiro e atletas afastados entram.
Extremos alteram a amplitude.
Passo 4: calcule a largura
A diferença entre coordenadas laterais extremas é uma opção simples.
É sensível a um jogador isolado.
Passo 5: use percentis
Faixas entre percentis reduzem influência de extremos.
Declare quais pontos foram excluídos.
Passo 6: localize a bola
A estrutura se desloca para o lado da bola.
Largura idêntica pode ocupar zonas diferentes.
Passo 7: divida corredores
Conte zonas ocupadas por jogadores.
O número de corredores é convenção.
Passo 8: trate sobreposição
Vários jogadores numa zona aumentam densidade, não cobertura.
Separe quantidade e presença.
Passo 9: observe simetria
Distâncias para cada lado da bola mostram desequilíbrio.
Assimetria pode ser intencional.
Passo 10: meça profundidade
Largura sem extensão longitudinal não descreve a forma.
Use dimensões separadas.
Passo 11: calcule compactação
Área ou distâncias entre jogadores mostram densidade.
Não é o inverso simples da largura.
Passo 12: considere posse
A equipe com bola abre opções; sem bola protege espaços.
Marque o estado.
Passo 13: estratifique zonas
A largura perto do próprio gol e no ataque tem funções distintas.
Compare faixas.
Passo 14: use distribuição
Média esconde alternância.
Mostre mediana e percentis.
Passo 15: confira rastreamento
Oclusões e identidades erradas geram saltos.
Valide velocidades plausíveis.
Passo 16: declare o limite
Ocupar largura não garante encontrar passes ou criar chances.
É uma condição espacial.
Passo 17: alinhe jogadores e bola
Falhas de sincronização fazem a estrutura parecer deslocada. Verifique timestamps, períodos de interrupção e mudanças de posse antes de calcular.
Uma inspeção visual de amostras ajuda a detectar saltos ou identidades trocadas.
Passo 18: compare distribuições
Mostre quanto tempo a equipe permanece em faixas de largura, não somente a média. Uma forma alternante e outra estável podem ter o mesmo resumo.
Use limites definidos previamente e informe quadros válidos.
Passo 19: registre incerteza espacial
Coordenadas arredondadas e oclusões podem deslocar jogadores perto das fronteiras. Teste se pequenas variações mudam a classificação das zonas.
Se o resultado for sensível, prefira faixas mais amplas e declare a margem.
Exemplo hipotético
Exemplo hipotético: uma equipe ocupa quatro corredores, mas concentra seis jogadores em dois. Cobertura e densidade contam histórias diferentes.
O exemplo é geométrico e não real.
Ficha final
- Fase.
- Campo.
- Jogadores.
- Bola.
- Largura.
- Corredores.
- Profundidade.
- Distribuição.
Veja as análises.
Conclusão
Largura e ocupação descrevem geometria condicionada. A privacidade trata dados do site; não há rastreamento de leitores para estas análises.